Entrevista Erika Lyrio
Sobre a autora
Carioca dos anos 80, acadêmica de Direito. Fã assumida de suspenses, distopias e fantasias. Entusiasta de true crime e curiosa com as mentes psicopatas. Praia, café, chocolate, livros, Netflix e assassina de personagens. Vocês podem encontrar facilmente em qualquer sebo ou livraria espalhados por aí.
Entrevista
1. Érika você é conhecida como uma autora que mata seus personagens sem dó. Você pensa em escrever alguma história que nossos queridos personagens fiquem vivos até o final?
Erika: Eu não posso prometer. Mas fato é que, exceção aos personagens que eu já sei que vão morrer desde o início, eu nunca começo a escrever com a pretensão de matar alguém. Mas às vezes acontece. Vou escrevendo e, quando vi, já foi.
2. Andalyn é na minha opinião de leitora um dos seus melhores livros. Qual foi sua inspiração para escrever essa história?
Erika: Lógico que, de maneira inconsciente, a gente bebe de várias fontes. Mas, de cara, Andalyn não foi inspirado em nada. Só veio e foi como algo novo. Após concluído, consumindo alguns filmes, eu percebi que ele tem características que se assemelham com A Vila (principalmente em relação à ambientação) e O Show de Truman.
3. Se você tivesse a oportunidade de se encontrar com algum autor que já morreu, qual seria?
Erika: Clarice Lispector, sem dúvidas.
4. Você acha que hoje o mercado literário é mais aberto para as mulheres que escrevem terror?
Erika: Não acho. Acho que estamos caminhando a passos muito lentos, mas ainda não. No momento, atual, acho que o mercado está abraçando um pouco mais mulheres que escrevem suspense. Então, estamos no caminho.
5. Podemos esperar algum escrito seu para esse ano?
Erika: Talvez, mas ainda não consigo garantir. Só posso adiantar que, fora as participações no Boteco, estou trabalhando em duas histórias, mas não sei se uma delas ainda ficará pronta esse ano.



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